Sobre Nós

A Conversa de Cordas é formada por Tô Mendes (violões de nylon e aço, cavaquinho e banjo) e Alexandre Wuensche (violões de nylon e aço, viola brasileira e violão tenor).

 

Nossa formação trabalha timbres e sons de instrumentos cujas origens remontam à época medieval e às tradições mouras, realçados por arranjos originais para essa formação. Tô e Alexandre, violonistas de formação erudita, também transitam pela música urbana brasileira, sendo “chorões” por escolha, privilegiando uma abordagem camerística para a formação “de bolso” das cordas dedilhadas. 

 

Nossos recitais duram de 1h00 a 2h00. Apresentações mais longas, mesclando nosso trabalho instrumental com arranjos vocais, também podem ser combinadas. Dependendo do público e local, gostamos de fazer alguns comentários didáticos sobre os instrumentos do duo e os arranjos (todos  originais).

Tô Mendes

Piracicabana, Tô Mendes iniciou o curso de violão erudito em 1966, com o Professor Sérgio Belluco, e teoria musical e solfejo na Escola de Música Maestro 'Ernst Mahle' (Piracicaba). Em 1971 foi finalista do I Concurso de Jovens Instrumentistas do Estado de São Paulo, obtendo a segunda colocação. Em 1972 participou do IV Seminário Internacional de Violão, em Porto Alegre - Rio Grande do Sul - reconhecido pelo Governo Federal, sendo aprovada em segundo lugar. Em 1973 foi finalista do II Concurso de Jovens Instrumentistas do Brasil, obtendo a primeira colocação.

Em 2000 retomou os estudos musicais com o Professor José Donizete de Godoy exercendo o curso continuado de cavaquinho. Ingressou no Choro de Saia como cavaquinista e vocalista onde permanece desde a sua estréia, em 2001. Em 2007 e 2008 participou do Festival Nacional de Choro, como aluna de cavaquinho dos professores Jaime Vignolli e Luciana Rabello. Continuou a formação livre no cavaquinho nos festivais de música de Ourinhos (2009 e 2012) e Leme (2013), onde fez prática de conjunto com o professor Cristóvão Bastos  e aulas de cavaquinho com Luciana Rabello.

Foi professora de cavaquinho para iniciantes no Instituto Educacional Piracicabano - Escola de Música Maestro 'Ernst Mahle' (Piracicaba). É graduada em Educação Artística pela Universidade Metodista de Piracicaba e, antes de se aposentar, foi Diretora do Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Morais. Mudou-se para São José dos Campos em 2014 e, atualmente, é cavaquinista do Grupo Choro de Saia. Com Alexandre Wuensche, criou a Conversa de Cordas, onde desenvolve um trabalho camerístico dentro da linguagem do Choro, abordando também outros repertórios.

Alexandre Wuensche

Natural do Rio de Janeiro, morou em Brasília, São José dos Campos, Califórnia (EUA) e Roma (Itália), Alexandre Wuensche começou a tocar violão em Brasília, em meados dos anos 70, sendo imediatamente atraído pelo choro, então com grande atividade na cidade. Retornou ao Rio de Janeiro em 1980, tendo estudado na Escola de Música Villa-Lobos, tradicional conservatório no centro do Rio de Janeiro.

 

Mudou-se para São José dos Campos em 1985 e, entre 1989 e 1991 realizou diversos recitais solo em São José dos Campos, São Paulo e sul de Minas Gerais. Ao retornar dos EUA, em 1994, onde fez seu doutorado em Física, participou da fundação do Clube do Choro Pixinguinha e realizou, com o duo de violões Costa-Wuensche (com o violonista Milton Costa), mais de 60 recitais entre 1997 e 2003, incluindo o recital de encerramento do Festival de Verão de Petrópolis, em janeiro de 2000.

 

Tocou em formações com dois, três e quatro violões, e em várias formações de regionais de choro, incluindo o grupo piracicabano “Choro de Saia”, onde também atua como arranjador. Tem escrito arranjos para as formações acima desde 2008, focando na música brasileira do séc. XIX e primeira metade do Séc. XX.

 

Participa ativamente da vida musical ligada ao choro em São José dos Campos. Mais recentemente participou dos projetos “Festival de Choro Pixinguinha no Vale” (2017 – 2018), “Somos todas Chiquinha” (2018 0 2019), “Cronologia do Choro Joseense” (2019 – 2020) e “Pixinguinha de Bolso” (2018 – 2020), todos em S. José dos Campos. Em 2015, criou a Conversa de Cordas, em parceria com a cavaquinhista Tô Mendes

 

Sua formação musical é ligada ao violão erudito, tendo estudado com Genésio Nogueira (1980 – 1981), Sérgio Assad (1982 – 1984), Paul Rosandich (1992 – 1994, na Univ. da Califórnia Santa Bárbara, EUA), Mílton Costa (1995 – 1996) e Henrique Pinto (1998). Entretanto, a  paixão pela música popular o levou ao choro e ao samba, e ao violão de 7 cordas. Desde 1995, toca também um violão de 8 cordas, buscando estender as possibilidades de harmonização do violão de 6 cordas.

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